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quarta-feira, abril 08, 2009

cLean iT

Post vencedor do ranking semanal, enjoy it!



Tocaram à campainha. Era P, uma empregada do Hotel Trilok. F abriu-lhe a porta com um sorriso malicioso, deixa cair a toalha que trazia à cintura e convidou-a a entrar, dentro dos seus lençóis. Ela riu e olhando para o seu pénis longo e arqueado disse-lhe que aguardava ajuda para limpar. Ele ficou com um olhar surpreendido, esperava muitas respostas, mas não essa.

Tocaram à campainha de novo. A porta estava encostada. Chegou R, uma segunda empregada, enquanto a primeira já lambia energicamente os tomates de F, o masturbava e fazia gemer. R faz um gesto teatral ao colocar a mão, em tom de surpresa, na boca e deixa cair as suas cuecas até ao chão. Sorriem com cumplicidade, as duas. Ele delira. R lambe-lhe a face, afasta a bata e penetra-o na sua vagina, enquanto P passa a acariciar-lhe os tomates e a encher-lhe a boca com seus mamilos redondos e cor de rosa.


F grita e respira ofegantemente, emite gemidos de luxúria. P e R trocam de papéis, trocam todos de posições. Colocam-se ajoelhados em fila indiana. R à frente, P a lambê-la e F fodendo P à canzana apertando energicamente as suas ancas efeito vaivém, vaivém, vaivém.
Num turbilhão foderam os três, giraram-se, trocaram de posições, bocas, minetes, mamadas, terminaram com F vindo-se nas mamas de P e com R a lamber o seu esperma dizendo-lhe: I clean you, babe, i clean it all!

segunda-feira, março 30, 2009

pUssY caT

Aqui está o post do tema vencedor da sondagem desta semana. Enjoy it.




Milah adora sentar-se nas janelas, esticar as garras ao longo da altura que consegue alcançar de forma a que se desenhe a curva sensualmente perfeita da sua linha esbelta. Passeia-se pela casa e roça-se nas pernas, no colo, na boca, no peito do seu gato elegido.
Ele observa-a e deleita-se com aquele espectáculo de excitação enfervescente. Ela sobe ao sofá, abana o rabo e mia para ele, estica-lhe uma ou outra pata convidando-o a tocar a suavidade do seu rabo alçado. Ele não resiste e lambe-a cheio de desejo. Ela começa o seu grito de cio chamando-o mais para si. Arranha-lhe as costas enquanto o puxa e o faz envolvê-la como uma casca protectora.

Tilintam de prazer num movimento desacertado de arquear da espinha e de atracção como o íman faz ao metal. E as cortinas dançam nas janelas, as janelas tocam no vento e o vento canta ao tempo aquele apaixonado a[casa]lar.


sábado, março 14, 2009

Could i be a Cheerleader?

Na votação (que só obteve dois votos, eh,eh – thanks Fada e Inv3rs0). Ficou empatado o: "Yes you can!" com o "For a Fantasy, yes you can".
Aqui vai o post prometido, então.


Nunca tinha sido uma garota de risinhos tontos nem piadas fáceis. Não se sentia especialmente atraída nem por jogadores de futebol e muito menos pelo futebol em si. Gostava de disfarces e de se disfarçar para se divertir. Também na cama. Os fetiches assentava-lhe melhor do que luvas.
Esperou-o em casa dele com um conjunto de pompons, uma minisaia e um top que lhe desenhava o peito chamando-o directamente para si.
Quando ele chegou ficou perplexo a olhar para ela com aquele olhar de menina travessa. Ela pediu-lhe que se sentasse no sofá e ligando a música começou a dançar em cima da enorme mesa de jantar.  Cantou, dançou, fez piruetas e aterrou no seu colo. Começou a acariciá-lo e a balançar as nádegas nuas, por baixo daquela minisaia provocadora. Deixou-o despir o seu top atrevido e acariciar-lhe o peito com as suas mãos delicadas.  Despiu-o, beijou-o desde o umbigo até ao pescoço. Parou ali, pegou-lhe na mão e levou-o até à mesa. Sentou-se e com um natural gesto de abraço de pernas contra as suas ancas trouxe-o até si.
Ali se entregaram até o grito se libertar do corpo e encher de suspiros toda a sala.



Pic by mjanum

terça-feira, março 10, 2009

tO bite or nOt tO bite




Aquele homem-rapaz tinha um sorriso safado e guardava no seu olhar brilhante desejos para oferecer a todas as mulheres. Oferecia palavras, flores e fruta no mercado do inatingível e insustentável poço de pecados. E todos aceitavam as suas oferendas enfeitiçadas, embriagados por tamanha beleza. O seu reino do pecado durou anos, anos e anos. Permaneceu ali inquebrável, até um dia...


Até um dia lhe aparecer uma morena que lhe estendeu a mão e lhe disse: – Só gosto de maçãs vermelhas. Tens?

quinta-feira, maio 15, 2008

A Princesa do Reino do Bacalhau

Autores e personagens da foto: Di e Ricardo


Era uma vez,
era uma vez,
era uma vez...

E nessa vez havia uma princesa delicada mas destemida.
Portanto...
Pic by kika06

Era uma vez uma princesa linda, moderna e morena, com o cabelo a desenhar-lhe as feições e o sorriso que iluminava qualquer espaço.
Nos campos mágicos passeava no seu cavalo de jasmim, contava-lhe os seus segredos e voava no seu dorso.
Um certo dia essa princesa despediu-se do Reino do bacalhau seco, do vinho encorpado alentejano, das migas, açordas e do fado e voou rumo ao mar. Nas asas dos seus desejos chegou ao seu destino: o Reino das tapas, dos mojitos refrescantes, dos amigos cantantes e dos arco-íris de Gaudí.
Como uma bela flor, a princesa foi libertando o seu perfume e multiplicando os seus braços por aqueles que a abraçaram. Com braços de trepadeira acolheu no seu peito todos os sorrisos e momentos mágicos que lhe iam oferecendo.
Um célebre dia, nessas andanças e cantanças a princesa sentiu o seu corpo estremecer. Perdeu-se nuns olhos de mar e encontrou-se apenas nesses lábios que a fizeram, então, respirar. O seu príncipe Peter Pan voava ao seu reino de cores sempre que o carrasco laboral o libertava para o amor.
Noutro célebre dia, a nossa/dele princesa decidiu voar de novo. Lubrificou as suas asas frágeis e voou rumo ao seu Reino.
Lá encontrou um jardim encantado onde o seu príncipe Peter Pan lhe oferecia todos os momentos roubados pelo tempo que passou...
Connosco deixou-nos um saco mágico de sorrisos saltitantes, outro de momentos delirantes e um terceiro de amor incondicional.
Disse-nos “até já” com a promessa de um regresso...
E eu, nessa despedida pensei, prefiro um "adeus" desde que voltes brevemente do que um "até já" longo de chegar...

Dedicado à nossa princesa Lady Di de Barcelona

sexta-feira, maio 18, 2007

Sharyma



CAPÍTULO I

Um raio de sol chega a atingir temperaturas incalculáveis, com o simples propósito de trespassar as nuvens e abraçar todos os planetas. Velocidade alucinante aquela que consegue ultrapassar o ritmo desenfreado de uma "cidade" em constante movimento e mutação.

Poucos os notam, perdidos no seu mundo de néons e últimas modas e tecnologias. São uma oferenda aos que conseguem olhar para além dos edifícios, para além da vida computorizada do quotidiano deste pequeno Grande espaço no planeta Terra.

Estamos em Tóquio.

Considerado como o centro da maior região metropolitana do mundo, conhecida como Região Metropolitana de Tóquio-Yokohama. Cerca de um quarto de toda a população do Japão vive aqui. Vemos uma explosão de cores e movimentos no sítio onde nem a noite parece dormir. Sempre apressados, como se os dias e as noites não fossem suficientes para as suas tarefas. Terminam umas quando já têm outras tantas à espera de realização, concretização.

Tudo com pressa, mesmo os sorrisos esboçados e os olhos rasgados por cores reluzentes.

segunda-feira, março 05, 2007

Sharyma



SINOPSE


Nevava em Tóquio. Passeava no parque, o seu refúgio por entre dias agitados e ruas movimentadas demais. A cidade parecia-lhe uma multidão de insectos horripilantes.

Nesse parque ela cresceu, sob a forma de uma rosa.
Um dia veio um jardineiro que lhe tocou com mãos delicadas. Foi regando-a com palavras, ajeitando-lhe as folhas com carinho e cheirando maravilhado as suas pétalas. Uma rosa rara sem espinhos, Sharyma. Encantou este homem com a sua doçura e pureza. Cabelos negros e lábios vermelhos...
Caminhava como se voasse, com a leveza sublime de uma pluma, com olhos brilhantes cheios de ternura. Não tinha cão, nem gato, nem sequer um peixinho dourado. Tinha o coração cheio de esperança e o pensamento cheio de sonhos. Sonhava com aquele charmoso jardineiro (mesmo antes de o conhecer), e os seus dias preenchiam-se entre o trabalho, os livros e aqule sorriso imaginário.
No meio de uma multidão, estava ela, a sorrir.
Naquele jardim, fora do cinzento da cidade mecanizada, ela aprendeu a ser feliz.




Pic by_kedralynn